Chorei me decepcionei, naufraguei nas lágrimas mais salgadas do mar mais calmo do planeta
Desenhei esse amor,errei,apaguei,redesenhei,saiu errado, com borrões.
Uma desilusão minha
As ondas do mar do amor
Que engolem aqueles que amam por necessidade de amar
Tenho minhas armas, tenho meu brasão, tenho um coração bravo, e um amor escravo
Da sua própria imperfeição
Paula diz:
Escravo teu, o teu mais nobre. Fiel as tuas ilusões,
Decepções cabíveis a qualquer coração
Que engrandecem os mais fortes cavaleiros
Com armaduras a ouro, amor a prata e decepção a bronze
Riqueza que poucos conhecem e todos a desejam
Desejar é cobiçar, ter é se esforçar
Conquistar é lutar, perder é machucar.


NANDO & PAULINHA

Comentários

... disse…
Valeu cirlene por publicaro "poema" e por ter paciencia de ler minhas "besteiras".
cirlene costa disse…
Não precisa agradecer, você sabe
que gosto do que escreve.
beijos